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PORQUE ME TORNEI PROFESSOR

PUBLICADO EM 10/10/2019

PORQUE ME TORNEI PROFESSOR

 

                                                                  José Carlos Buch

 

Esta é mais uma daquelas mensagens que rolam pelo WhatSapp,  cujo conteúdo, após necessária revisão, merece ser reproduzido,  pela sabedoria que transmite. O final da história é surpreendente! Vale a pena conferir: – Um homem encontra um rapaz que diz ter sido seu aluno, e aí o rapaz pergunta: Lembra-se de mim? Ele diz não, não estou lembrado, mas o rapaz insiste em  dizer ter sido seu  aluno.  O que anda fazendo? Sou professor, responde o rapaz. Ah que legal. Como eu? Sim mestre, como o senhor. Virei professor porque o senhor me inspirou. É mesmo? E qual foi o momento em que o inspirei a ser professor. Então,  o aluno conta a sua história. – Um dia um amigo,  colega de classe, chegou com um relógio novo, lindo e,  eu decidi que queria pra mim e o furtei,  pegando sorrateiramente do bolso dele. Aí,  este meu colega de classe percebeu o furto e reclamou com o senhor. Ai,  o senhor disse calmamente: o relógio do colega de vocês foi furtado, quem dele se apropriou solicito que  devolva. Não o devolvi porque o desejava muito. Nesse instante,  o senhor trancou a porta, falou pra todo mundo ficar em pé que passaria a revistar os bolsos de todos,  até encontrar o relógio. Mas disse também  para todos fecharem os olhos que faria isso com os alunos de olhos fechados. Todos fecharam os olhos e o senhor foi indo de bolso em bolso e,  quando chegou no meu,  encontrou o relógio e o pegou. Continuou revistando todos como se ainda não tivesse encontrado e,  quando terminou disse: podem abrir os olhos. Já temos o relógio e, em seguida o devolveu ao seu legítimo dono. O senhor não me disse absolutamente nada e nunca mencionou o episódio. Não falou quem tinha sido o autor do furto para ninguém. E,  naquele dia, o senhor salvou a minha dignidade para sempre. Foi o dia mais vergonhoso da minha vida, mas o dia em que minha dignidade foi salva de eu não ter me tornado um ladrão, um marginal e uma má pessoa. O senhor  nunca falou nada. Não me deu lição de moral e não me humilhou como qualquer um faria. Então,  eu entendi a mensagem e entendi também que  é isso que um verdadeiro educador deve fazer. Lembra-se disso professor? E o professor responde: Eu lembro da situação e do episódio do relógio furtado e de ter revistado a todos, mas não lembrava de você, porque eu também  fechei meus olhos ao revistar todos os alunos. Lindo não é mesmo?   Essa verdadeira lição de vida tem muito a ver com um trecho extraído do roteiro do filme “O Club do Imperador – St.Benedict´s College” - “... Um grande professor tem pouca história para registrar. Sua vida se prolonga em outras vidas. Homens assim são pilares na estrutura de nossas escolas, mais essenciais que seus tijolos ou vigas e continuarão a ser centelhas e revelações em nossa vida.”

(Este artigo é uma homenagem do colunista a todos os professores que,   no próximo dia 15 comemoram o seu dia. Parabéns mestres da arte de transformar vidas).

 

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